Esta semana assistimos a dois episódios algo caricatos. Coisas que fazem lembrar as guerrinhas entre crianças na escola. São coisas que já não se admitem a adultos, quanto a mais a pessoas que ocupam cargos com uma certa responsabilidade...
Guerrinha 1 - Banco do Sporting vs. Duarte Gomes
Após uma picardia em Alvalade por causa de uma "brincadeira" com uma bolada (será isto o tal "criar ambiente adverso" ?) enquanto os árbitros faziam o aquecimento, vimos Paulo Bento a ficar previamente "escaldado" com a nomeação de Duarte Gomes para o derbi no estádio do FCP. Seria consciência pesada ? Após um resultado considerado injusto pelos Sportinguistas (i.e.: o Sporting perder), eis que Paulo Bento descarrega toda a responsabilidade em cima de Vitor Pereira, o Presidente da Comissão de Arbitragem da Liga. Ridículo. Que tal centrarmo-nos no futebol ? Houve alguma bola do Sporting que entrou ? O ferro à volta da baliza às vezes atrapalha, pois é...
Guerrinha 2 - Cavaco vs. Governo :
Sobre a comunicação oficial da Presidência da República sobre o diz-que-disse-e-que-não-disse... Então aparece agora o Sr. Presidente da República a descer ao papel de analista/comentador político : "a minha interpretação é..." ? Um episódio simplesmente patético. Não ajuda nada o País.
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O caso do paulo bento desconhecia. Agora o Sr. Presidente é que foi uma tremenda desilusão para o país. Para além de ter influenciado as eleições legislativas escudando-se na "não-interferência" tal e qual como um observador da ONU numa zona de guerra, ainda teve a infelicidade de fazer o tal comentário em que dotava o público da sua interpretação no caso das escutas.
ResponderEliminarOra quem se ficou a rir foi o Partido Socialista, que não tarda tem ai as autárquicas á porta e leva uma vantagem considerável graças aos tiros nos pés de PSD("Politica de Verdade?") e BE("Louça e o Famoso PPR e ai agora tenho uma aplicação que dá mais retornos.(Capitalista-Comunista?"). Enfim dizem-se isto e aquilo e ainda não perceberam que 70% do povo é iliterado, não vota, não quer saber, se lhe forem ao cú (perdoem-me a expressão) só se doer é que se exprimem.
Depois temos os pseudo-intelectuais do costume a comentarem decisões politicas quando eles próprios foram autênticos falhanços ou incómodos partidários. Risivel.